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Dicas e truques, Gastronomia Poética
Quarta-feira Mai 26, 2010
Então o chocolate algo tão sugestivo para esses períodos.
Utilizamos muito chocolate no inverno para diversas formas. E tb para as festas juninas, em breve receitas para nossa festa junina.
E também o chocolate também pode ser utilizado para noite do Dia dos Namorados.
Segue um poema e fotos de como brincar com chocolate e aproveita numa forma gostosa nesse dia Especial para os amantes de chocolate e todos os apaixonados.

Chocolate
Pois eu ainda quero te lambuzar de chocolate
Ainda quero lamber cada centímetro da tua pelePois eu ainda sinto teu cheiro doce mesmo quando você não está
Ainda vejo teus longos cabelos pingando do banho recente Pois eu ainda escuto tua gargalhada
Ainda desejo te beijar calientementePois eu ainda lembro de você antes de tudo
Ainda lembro de você antes do kamikaze
Pois eu ainda quero apostar
Ainda aceito errar por você
Pois você ainda é cacau
Ainda és leite, branquinho
Ainda és doce, suave
Mas tu não me deixas esquecer que és pimenta.
Perigoso, out of range.
Mas eu ainda quero me arriscar.
Pois quanto falo contigo, me derreto como chocolate ao leite na boca.
Escorrego nas palavras como calda de chocolate quente em sorvete de baunilha.
E mesmo me vendo em uma situação sem volta e sem solução, como chocolate amargo, me delicio com a fatídica realidade.
Aguardem receitinhas para esse inverno com muito chocolate!!!!!!!!!!
Hummmmmmmmmmmmmmm!
Brinque muito com chocolate e se lambuzem nesse Dia dos Namorados..
Dica perfeita e um ótimo presente. Aproveitem. Bon Apetite!
Chef Dressa Dias
Consultora e Acessora de Gastronomia
Chef de Cozinha Internacional e Naturalista
Organizadora de Eventos
Email:dredias@hotmail.com
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Gastronomia Poética
Sábado Jan 3, 2009
Vou dizer qual é a diferença da uva e do beijo;
da uva que nasce o vinho e do beijo nasce o amor.
Mas, se o melhor do amor é doar-se inteiramente,
porém, cuidado com o vinho, mesmo que gostoso.
Comparar os dois não é coincidência, já que um
como o outro, quando com abuso, o resultado,
pode crer, é desastroso. Mas, não dispenso
o vinho e tampouco o amor, pois os dois
me levam ao verdadeiro …paraíso.
Abusar eu sei que não posso,
principalmente se devo
dirigir…O que
posso é
fazer
um
tin,
tin,
por
uma,
ou duas
vezes, ainda mais
quando estou em companhia dela!
Giuseppe Martinelli
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Gastronomia Poética
Segunda-feira Dez 1, 2008
Quando falta o feijão,
O amor sofre,
O fogo se apaga,
Arrefece…
Perde o ritmo,
O rumo,
Fica sem prumo,
Inseguro,
Desaparece.
Sem feijão na mesa,
O amor é só tristeza,
A paixão esfria,
A noite vira dia,
Ficam as incertezas,
O amor vai embora,
Sentimentos choram,
Nada tem beleza.
Amor sem feijão,
Não resiste ao tempo,
Próprio se consome,
Não respeita o nome,
Como o vento some,
Dissipa a emoção,
Acabam os carinhos,
Dorme-se sozinho,
Só ficam cobranças,
Só ficam lembranças,
Do tempo do feijão.
O amor não resiste,
Quando o feijão falta,
O amor não existe,
De barriga vazia,
O amor tem fome,
Fome de amor,
Fome de sabor,
Fome de feijão.
Autor: Daniel Fiuza
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Gastronomia Poética
Domingo Out 12, 2008
Cebola
Luminosa redoma
Pétala a pétala
Cresceu a tua formosura
Escamas de cristal te acrescentaram
E no segredo da terra escura
se foi arredondando o teu ventre de orvalho.
Sob a terra
foi o milagre
e quando apareceu
o teu rude caule verde
e nasceram as tuas folhas como espadas na horta,
a terra acumulou o seu poderio
mostrando a tua nua transparência,
e como em Afrodite o mar remoto
duplicou a magnólia
levantando os seus seios,
a terra
assim te fez
cebola
clara como um planeta
a reluzir,
constelação constante,
redonda rosa de água,
sobre
a mesa
das gentes pobres.
Generosa
desfazes
o teu globo de frescura
na consumação
fervente da frigideira
e os estilhaços de cristal
no calor inflamado do azeite
transformam-se em frisadas plumas de ouro.
Também recordarei como fecunda
a tua influência, o amor, na salada
e parece que o céu contribui
dando-te fina forma de granizo
a celebrar a tua claridade picada
sobre os hemisférios de um tomate,
mas ao alcance
das mãos do povo regada
com azeite polvilhada
com um pouco de sal,
matas a fome
do jornaleiro no seu duro caminho.
Estrela dos pobres,
fada madrinha
envolvida em delicado papel,
sais do chão eterna,
intacta,
pura como semente de um astr
o e ao cortar-te a faca na cozinha
sobe a única lágrima sem pena.
Fizeste-nos chorar sem nos afligir.
Em tudo o que existe celebrei,
cebola
Mas para mim
és mais formosa
que uma ave de penas radiosas
és para os meus olhos globo celeste,
taça de platina baile imóvel de nívea anêmona
e vive a fragrância da Terra na tua natureza cristalina.
By Pablo Neruda
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Gastronomia Poética
Terça-feira Set 23, 2008
Essa seção de poemas realizados na cozinha ou por causa da cozinha. Porque Cozinhar é ato poético….rsrsrs vejam os especialista em poesias culinárias…
Misto-Quente
Rosa Pena
Entre tapas e beijos
você é o presunto
eu sou o queijo.
X Salada
Odete Ronchi Baltazar
Entre o hamburguer e a alface
eu levo um beijo.
Em desejos ofereço a outra face..
Prensado
Tânia melo
Entre o pão bem prensadinho
eu e tu (que recheio)
derretemos em carinho…
Pão com manteiga
Cissa de Oliveira
Entre tanto colesterol
sempre voltamos a nós:
pão com manteiga!
Café com leite
Claudia Vilella de Andrade
Bem morninho açucarado
que de amargo
basta a vida!
Fritura
Silsaboia
Derrete teu beijo
Vem queijo
que eu sou pão.
Sanduíche natural
Paty Essinger
Tu e eu
com recheio de paixão
calor,suor e tesão…
Egg-burger
Nidia Caldas
Entre as fatias do pão tostado
As minhas carnes fartas
E teus dois ovos estrelados!
By Dressa Dias